Conheça o Perfil do Cebraspe, Banca do Concurso TRF1 2017

No primeiro artigo da série “Bancas Organizadoras” falei sobre o IBFC – Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação. Agora é a vez de quebrar uma das bancas mais temidas pelos concurseiros: o Cebraspe – Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos. 

O Cebraspe é o antigo Cespe/UnB, que mudou seu modelo jurídico e, desde 2013, funciona como Organização Social (OS). 

O fato é que estamos falando do mesmo centro tradicionalmente conhecido pela realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – até 2016 – , e dos concursos do MPU, Polícia Federal, INSS, entre outros.  

A organizadora também ficou responsável pelo novo certame do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, o TRF1, que é o maior tribunal do país. 

Cebraspe e sua fama de banca mais temida 

Eu sempre tive dificuldades com a banca e acredito que muitos de vocês também.  Não é à toa que o Cebraspe tem essa fama de ser o grande terror dos concurseiros. 

Exageros à parte, o fato é que o centro adota um estilo peculiar de prova em boa parte de seus concursos, como TRF1, INSS e DPU. 

Normalmente, as provas são compostas por 120 questões no modelo CERTO ou ERRADO, sendo que, em via de regra, um erro anula um acerto. Isso significa que se você acertar metade da prova a sua nota final será zero.

Pode parecer cruel para o candidato, mas para o Cebraspe esse método de avaliação é considerado estratégico.

O diretor-geral da banca, Paulo Portela, já disse em entrevistas que esse formato evita os subterfúgios da prova de múltipla escolha, como os chutes aleatórios e a eliminação de alternativas.

Assim, são aprovados apenas os candidatos mais bem preparados. 

Vale destacar que esse estilo de cobrança não aparece em 100% dos certames da banca.

Vasculhando os editais mais recentes, você vai ver que vários concursos, principalmente os de tribunais, adotam o formato de múltipla escolha. Exemplos: TRE TO 2017 TRT CE 2017

Polêmica do Cebraspe: chutar ou não chutar?

cebraspe chutar na prova

Tenho certeza de que você já teve essa dúvida, certo? 

Provavelmente também já pesquisou sobre o assunto e viu que as opiniões divergem bastante. Uns defendem o chute com técnica, outros aconselham deixar a questão em branco, para não perder pontos.

Na minha opinião, se você estudou e faz pelo menos uma ideia da resposta, deve marcar sim.

Se ficar com medo e deixar muitas questões em branco, perderá 50% de chances de acertar e poderá ficar de fora dos limites de classificação.

Mas é claro que você não vai chutar aleatoriamente, porque estou partindo do pressuposto de que estudou muito e ficou apenas em dúvida ou inseguro na hora de marcar.

Neste caso, sugiro arriscar sim, mas a dica mais importante que te dou é: faça exercícios exaustivamente durante a sua jornada de estudos. 

Resolva o máximo de questões anteriores que conseguir para se familiarizar com o estilo e as pegadinhas da banca.

Procure provas recentes do cargo que irá prestar e de outros concursos de mesmo nível.

É que as questões costumam ser muito parecidas e, quanto mais você treinar, menores as chances de ser surpreendido no dia da prova. 

Para evitar preocupações com essa polêmica do chute, aí vai uma dica básica: conhecer bem o edital.

Leia e releia o documento na íntegra, para entender nos mínimos detalhes quais as regras de correção da prova. Entenda e analise o cenário e vá para a prova consciente sobre o que pode ou não arriscar.

Dicas Gerais Cebraspe

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  • Jurisprudência, principalmente a que é divulgada nos informativos do STF e STJ, cai MUITO nas provas de Direito. Essa é outra particularidade da banca que faz jus à sua fama de difícil;
  • Em Direito Administrativo e Constitucional, o Cebraspe cobra bastante a lei seca, ou seja, a literalidade das normas da legislação e da norma constitucional; 
  • Em Língua Portuguesa, compreensão e interpretação de textos é uma matéria cada vez mais presente. Gramática textual e gramática pura (pontuação, regência/crase e concordância verbal, principalmente) também são muito frequentes;
  • Ainda em Português, os textos para compreensão e interpretação normalmente são bem objetivos. São trechos de artigos jornalísticos de autores conhecidos que abordam temas da atualidade, como economia e política;
  • As provas discursivas (redação) costumam ser compostas por textos dissertativos sobre um tema da atualidade ou específico;
  • Em Informática, as matérias mais cobradas são internet (computação em nuvem, por ex), segurança da informação e sistema operacional (Linux e Windows); 
  • De forma geral, o total de erros e acertos nas provas do Cebraspe é balanceado. Antes de marcar o gabarito definitivo, faça os cálculos e compare o número de respostas “CERTO” e “ERRADO” que você marcou.  A divisão não é obrigatoriamente exata, mas a proporção é bem parecida; 
  •  Se preocupe mais com o entendimento do que com a memorização pura e simples dos conteúdos cobrados. O conhecimento amplo e sólido das matérias é muito mais exigido pela banca; 
  • Leia e releia com bastante atenção os enunciados das questões, principalmente nas provas de Português. São extensos, cansativos e cheio de pegadinhas para desclassificar os mais desatentos;
  • Ainda nos enunciados, cuidado para não se confundir com as palavras inclusivas ou exclusivas que costumam aparecer. Exemplos: nunca, sempre, exclusivamente, totalmente… 

Guia Prático para Passar em Concurso Público (Kalebe Dionísio)

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Concurseiro, você já deve conhecer o professor Kalebe Dionísio, né? Com apenas 22 anos, ele foi aprovado e nomeado em 10 concursos federais, tornando-se o jovem brasileiro com o maior número de aprovações no âmbito federal.   

Atualmente, ele é analista no TRT de Pernambuco e ocupa o cargo de oficial de justiça (avaliador federal), que é um dos mais disputados no Poder Judiciário.  

E como tudo que é bom a gente passa pra frente, Kalebe criou um curso online para ensinar passo a passo a sua metodologia de estudos para concursos públicos.

Estou falando do famoso Guia Prático para Passar em Concurso Público em um Ano, que já tem mais de 40 mil alunos. 

Por que estou falando deste curso?

O artigo é sobre bancas organizadoras, mas vou te explicar a relação: 

1 – Dois módulos do curso são específicos sobre bancas organizadoras e técnicas do chute;

2 –  Quem ministra todo o conteúdo é o professor Kalebe, que prestou 30 concursos ao longo dos últimos anos e acumula experiências diversas. Com as dicas que ele vai passar, tenho certeza de que você se sentirá mais confiante e preparado para quebrar todas as bancas, inclusive o Cebraspe;

3 – As dúvidas dos alunos são esclarecidas diretamente com o Kalebe;

4 – Já fiz uma avaliação completa do curso e me sinto seguro para recomendá-lo;

5 – É uma questão de oportunidade: o curso está R$ 300 mais barato, por conta de uma promoção temporária. De R$ 497 o preço caiu para R$ 197.

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Esses são os motivos que pontuei para você, mas sugiro que também conheça a opinião de ex-alunos que hoje são servidores públicos. Clique neste vídeo para assistir aos depoimentos. 

Já neste link aqui você fica sabendo tudo sobre o curso, o procedimento de compra e a garantia de satisfação ou seu dinheiro de volta.

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